Sou um jovem de valores e princípios, sim!

Quando tempo não apareço por aqui, mas voltei, para escrever sobre algo que vem me inquietando nos últimos mês, o direito de um jovem no Brasil ser de direita e não aceitar tudo que está por ai na juventude.  Percebo uma indignação, por partes de alguns conhecidos, especialmente de minha idade, sobre escolhas políticas e de vida.

Na juventude atual, ou que pelo menos tenho contato, os jovens devem ser “cabeças abertas”, aceitar tudo que está ai e ainda com um sorriso no rosto. Ser alguém que acredita nos valores familiares, religiosos ou até civis e ter opinião forte sobre isto é “anti-quadro”, mal visto e até denominado um individuo fascista.

Como sempre adorei história, nunca compactuei com as ideias de Mussolini, mesmo conhecendo alguns jovens italianos que eram seus devotos, aponto de decoarem e proclamarem de pé seus discursos populistas. Nunca compactuaria com sistemas políticos que defendam ditaduras e com isso, sejam contra a democracia.

Agora percebo, em uma escala menor, o que alguns formadores de opinião passaram. Sempre que o tema Direita x Esquerda ou até Marcha da Família vem a tona, me instigam a dar uma opinião sobre o fato. Já ouvi centena de vezes a pergunta “Você foi a marcha da família?” Digo a verdade, não fui, mas IRIA, porque estarei lá defendo a Família, instituição tão desvalorizada ultimamente em nosso pais e que sofre com devaneios governamentais e com isso deixando a insegurança livre, leve e solta.

É incrível como pessoas de opinião causam repulsão, especialmente em alguns que estão na onda que temos deixar princípios e valores para sermos “sociáveis”, não sou lá muito popular e se para manter meus valores e princípios, que aprendi desde berço com meus pais, que amo muito e não seria nada sem eles, deixarei de “curtir a vida” tudo bem…

Ainda bem que vejo companheiros(esta palavra que os petralhas e sindicalistas tanto amam) jornalistas que estão do lado da defesa do cidadão de bem que se ve acuado por Petistas, comunistas, entre outros. Rachel Sheherazarde, Paulo Eduardo Martins, Luis Carlos Prestes, não se calem, vocês são as vozes das pessoas produtivas que sofrem com a “ditadura dos improdutivos” que vivem no mundo dos “ursinhos carinhos” e acham que dividindo tudo o mundo vai melhorar… #SOQUENÃO

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2 Respostas

  1. Faz um bem para nós todos e não volte a aparecer aqui.

  2. O melhor argumento é o #SOUENÃO….. e anti-quadro também
    Adorei a referência do “Ursinhos Carinhos”, mas nunca consegui comprar um.
    E com certeza, Luis Carlos Prestes foi um grande homem:
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_carlos_prestes

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